Mãe e duas filhas são suspeitas de simular pagamentos e gerar prejuízo de quase R$ 4 mil em mercado, diz polícia
Uma das filhas era trabalhava no caixa do estabelecimento. A polícia indiciou mãe e filha de 19 anos. A outra filha tem 17 anos e foi lavrado um procedimento junto ao Juizado da Infância e Juventude. Cidade Paraíso do Tocantins
Rogério Ramos/Prefeitura de Paraíso do Tocantins
Uma mulher 40 anos e as duas filhas dela são investigadas por simularem pagamentos de compras em um supermercado de Paraíso do Tocantins, região central do estado. Uma das filhas trabalhava no caixa do estabelecimento, e o crime causou um prejuízo de quase R$ 4 mil em uma semana. Segundo a Polícia Civil, o inquérito foi finalizado nesta quarta-feira (26) e as três confessaram o crime cometido no início do mês.
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A mãe de 40 anos e a filha de 19 foram indiciadas por estelionato. Já a outra filha tem 17 anos e contra ela foi lavrado um procedimento específico junto ao Juizado da Infância e Juventude. Os nomes delas não foram divulgados, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa.
O caso passou a ser investigado após o proprietário do estabelecimento identificar irregularidades. Conforme o delegado José Lucas Melo da Silva, a jovem de 19 anos havia sido contratada recentemente para trabalhar no caixa. Ela teria simulado o pagamento de compras realizadas por familiares, fazendo o proprietário acreditar que os produtos tinham sido pagos.
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O delegado ainda explicou que durante o atendimento, a funcionária registrava os produtos normalmente, mas o pagamento não era realmente repassado para o caixa, apenas simulado que seria.
Segundo a polícia, a mãe e filha foram indiciadas por estelionato pois foi criada uma ilusão de que o pagamento estava sendo feito.
“A conduta praticada pelo trio se caracteriza como estelionato, pois envolveu a criação de uma ilusão sobre o pagamento, levando o proprietário a acreditar que os valores haviam sido recebidos. Diferentemente do furto, onde a subtração ocorre de forma oculta, nesse caso, a fraude foi o meio utilizado para enganar a vítima”, explicou o delegado.
O inquérito deve ser encaminhado ao Ministério Público e Poder Judiciário.
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